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sábado, 14 de outubro de 2017

NÃO QUEREMOS FESTA. QUEREMOS RESPEITO!

                                     
  "Professores de Zé Doca "
      A situação dos professores de Zé Doca não é segredo para ninguém no estado do Maranhão. Estes vem sofrendo com perseguição e opressão desde o início da gestão da irmã do deputado Josimar de lá Maranhãozinho,  a prefeita Josinha Cunha.

      Na tentativa de mostrar algum respeito pelos trabalhadores que segundo o próprio irmão deputado não precisa do voto destes e por isso não haverá trégua com os educadores neste mandato a prefeita convida os professores para uma grande festa de homenagem ao dia do professor. 

     Festa, que diga-se de passagem, supostamente feita com o dinheiro dos descontos em nossos próprios salários e recursos da educação. 

    A administração do município deve pensar que os cidadãos zedoquenses precisam apenas  de festa para encher suas barrigas ou para pagar suas contas.

    Os professores de Zé Doca não precisam de festas eleitoreiras. O que precisamos é de respeito, condições de trabalho, nosso salário em dia para podermos honrar nossos compromissos e alimentar nossas famílias dignamente. Esta sim, é a grande festa que precisamos.
  •      Faremos festa sim, quando tivermos o reajuste do nosso salário de 2017. Sabemos que os mais de R$ 25 milhões que entraram este ano nos cofres da educação são suficientes para isso.   
  •  Faremos festa, quando não houver mais descontos injustificáveis em nossos salários. 
  •  Faremos festa quando tivermos de volta nossos  direitos perdidos  quando sua gestão alterou o plano de cargos da educação  e o estatuto do servidor.
  •   Faremos festa quando não houver mais humilhação e perseguição. 
  • Faremos festa quando os professores contratados receberem o mesmo que um concursado e não mísero salário mínimo que recebem para trabalhar 40 horas de aula semanais.

Texto: Professores de Zé Doca

sábado, 30 de setembro de 2017

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO (SEMED) CONVOCA PROFESSORES PARA TRABALHAR NA FESTA DE ANIVERSÁRIO DA CIDADE DE ZÉ DOCA


    Para quem duvidava...
Mais uma “profecia” se confirma. A exemplo do que já acontece em municípios dominados pelo Deputado Josimar de Maranhãozinho onde funcionários  públicos são obrigados a trabalhar nas festas promovidas pela prefeitura chegou a vez de Zé Doca.

     Este e muitos outros fatos em relação a perseguição e opressão foram negados  veementemente no período eleitoral que jamais aconteceriam em caso de vitória nas urnas.

   De acordo com professores, estes foram surpreendidos nos últimos dias com uma convocação, sempre regrada por um tom de imposição próprio do atual governo, para trabalhar na festa de aniversário de 30 anos do município além de terem que ir recepcionar o deputado ditador na chegada.
Se não bastasse os professores conviver com perdas de direitos trabalhistas com as alterações no Estatuto do Servidor Público e Plano de Cargos da Educação, não terem seus salários reajustados em 2017, descontos constantes nos salários, perseguição entre outros, mais essa agora.

    Lembramos que os professores do grupo eleitoral entitulado "Diálogo pela Educação" que compõe hoje a equipe da Secretária de Educação até se prestaram ao papel de ir aos municípios do deputado para mostrar que nada do que diziam sobre as perseguições a funcionários públicos era verdade. Mentiram descaradamente para seus colegas de profissão. O discurso de que seriam a ponte entre o governo e a classe não passaram de palavras ao vento. Apenas uma troca para obter seus atuais empregos na SEMED e contratos no estado recebendo no contrato de outros, as chamadas dobras onde o profissional recebe e repassa para outro.
Até quando vai durar tudo isso?

    Até quando nossos professores serão massacrados pela administração Josinha irmã do deputado Josimar?

    Como a educação com profissionais tratados como escravos pode trazer qualidade?

    O que se sabe é que nessa história os maiores prejudicados serão os alunos que dependem diretamente dos educadores que hoje estão sendo tratados como gado no curral.


Lamentável!

(Professores)

domingo, 24 de setembro de 2017

SÃO JOSÉ DE RIBAMAR: Flávio Dino inaugurou várias obras e "boato" é desmentido

     O oportunista Josimar lá de Maranhãozinho tem inúmeros “jornalistas” que a cada passo do parlamentar é registrado e divulgado, mas o que ocorre é que as notícias na maioria das vezes tentam confundir a opinião pública, ganham uma direção a “contramão” da realidade, tudo possivelmente para favorecer o deputado.

      Segundo informações, essa postura duvidosa se repetiu na última sexta-feira, na tentativa de gerar atrito entre os aliados em São José de Ribamar. O “boato” era que o prefeito Luís Fernando apoiará respectivamente para deputado federal  e estadual, Josimar lá de Maranhãozinho e Hélio Soares.

    Só que no último Sábado, o Governador acompanhado de secretários de estado, deputados federais e estaduais, esteve na cidade para uma cerimônia de inauguração. Luís Fernando fez questão  de colocar para todos quem são os seus, o cerimonial seria uma oportunidade para que ele se pronunciasse.

    Logo todos perceberam que não era verdade o tal “boato”, a  confirmação veio quando somente o Governador Flávio Dino, Luís Fernando, Zé Reinaldo e Neto Evangelista  fizeram uso da palavra.
   
     A informação é que para Deputado Estadual, Luís Fernando tem compromisso com Neto Evangelista.

IFMA COMPLETA CENTO E OITO ANOS

     Dia 23 de setembro é uma data que não desaparece da memória de quem estudou na Escola Técnica, no CEFET-MA ou no IFMA. Quem foi aluno ali, aprendeu que essa é a data do aniversário dessa Instituição que atravessou gerações, mudou de nome várias vezes, modernizou-se, acompanhou o processo histórico, sem nunca ser esquecida pelos seus Egressos.

    Vale lembrar a estimada Escola Técnica que tanto orgulho deu aos maranhenses pela qualidade do ensino industrial, pelos desfiles do 7 de setembro com os alunos desfilando no compasso da banda do Maestro Prof. João Carlos Nazaré, pai da Cantora Alcione. A Escola Técnica encerrava o desfile estudantil do dia da Raça e do dia da Pátria com a multidão seguindo o pelotão.

     A Escola, como era carinhosamente chamada pelos alunos, formava técnicos industriais de nível médio, contando com uma equipe de bons mestres dirigida pelo inesquecível educador Prof. Ronald Carvalho.

     Em 1986, com a implantação dos grandes projetos minero-metalúrgicos no Maranhão, consórcio ALUMAR e Vale, a Escola Técnica sentiu-se na obrigação de continuar sendo protagonista do processo de preparação da mão de obra para atuar nesse novo mercado.

     Para conseguir o objetivo, a Instituição reavaliou seus planos e projetos e, sem abandonar o tradicional nível Técnico, ingressou no ensino superior, oferecendo cursos de Tecnologia em Eletrônica Industrial, Formação de Professores de Disciplinas Profissionalizantes e Engenharia Elétrica.

    Assim, com sua qualificada organização institucional, seus quadros de pessoal comprometidos e engajados, contando com laboratórios e oficinas em condições de oferecer grau Superior de Ensino, o Diretor Prof. Celso Leal, pleiteou e conseguiu do Presidente da República, o maranhense José Sarney, a transformação em Centro Federal de Educação Tecnológica do Maranhão.

    Com a decisão, o CEFET-MA além de ingressar na esfera do ensino superior, alimentou um novo sonho que se realizou no governo do Presidente Lula, ao transformá-lo no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão – IFMA.

    O novo modelo dos Institutos Federais implantado aqui no Maranhão com o IFMA, nasceu na gestão deste Prof. José Costa, o CEFET a três Escolas Agrotécnicas Federais, Codó, São Luís e São Raimundo das Mangabeiras. Assim, organizou-se uma nova Institucionalidade com prerrogativas especiais para oferecer um modelo único de educação profissional, que articula o ensino profissional de nível Básico, à graduação e Pós-Graduação.

     No dia 23 de setembro de 2017 a instituição completa 108 anos de fundação. Asseguramos que ela não envelheceu. O IFMA acompanhou o seu tempo, até se reinventou para responder às necessidades educacionais dos estudiosos jovens maranhenses.
Nessa corrida, foi necessário crescer no interior do estado, onde já estão implantados 29 campi nas principais cidades. As matrículas chegam a 42.000 alunos e oferece cursos de Graduação, Bacharelado, Engenharia, Tecnologia e pós-graduação latu senso, o strictu senso, com aberturas dos programas de mestrados e doutorados.

     Enfim, a cada ano o IFMA cresce, incorpora novos campi, mais Professores e Técnicos Administrativos e para marcar este aniversário, uma nova sede da Reitoria está sendo entregue pelo Reitor Prof. Dr. Roberto Brandão, situada na Avenida Colares Moreira, em frente ao Tropical Shopping Center. Esse empreendimento veio para selar o centésimo oitavo aniversário do IFMA e encher de orgulho servidores, alunos, parceiros e colaboradores.

Zé Costa
Texto: Zé Costa, ex-aluno da escola técnica e professor, foi Diretor-Geral do CEFET-MA e primeiro Reitor do IFMA

Fonte:imirante.com

sábado, 9 de setembro de 2017

CADÊ O DINHEIRO QUE TAVA AQUI?

    Já passou da hora de começar tratar professores e demais servidores com respeito e valorização.
     Os professores de Zé Doca em 2017 pela primeira vez na história ainda não sentiram o gosto de ter seus salários reajustados. Segundo o Sindicato dos Servidores Municipais (SINDSEP/ZD) os 7,64% definido pelo governo ainda é pauta das  reivindicações da classe.

Tabela dos repasses do FUNDEB
    Mesmo com a grande redução na folha de pagamento em relação a 2016 a administração do município sob gestão de Josinha Cunha – PR alega que os recursos do FUNDEB não são suficientementes para dar o reajuste como manda a lei.

    De acordo com o site do banco brasil até a presente data os recursos para a educação em 2016 somavam R $ 22.112.405,42 e neste ano até agora R $ 21.344.942,45.

     Se for levado em consideração o fato que o dinheiro da repatriação feita pelo governo federal repassado aos municípios no final de 2016  ficando em caixa para este ano no valor de aproximadamente 1,350 milhões até superam os repasses do ano passado dentro do mesmo período ( até 09 de Setembro) chegando a R $ 22.644.942,45.

    Diante de tudo isso e considerando o fato de que a folha de pagamento teve uma grande redução no seu valor tendo em vista que muitos trabalhadores foram aposentados, outros pediram licença sem vencimentos para não se submeter as perseguições e opressão imposta pela Prefeita Municipal.

    Soma-se a isso o fato de que os professores contratados trabalham dois turnos e recebem apenas um salário mínimo sendo que nas administrações anteriores estes recebiam o piso salarial do magistério de R $1.703 em 2016.

    Desde o início da nova gestão muitos trabalhadores reclamam mensalmente de descontos absurdos e até retenção de salários.

    Lembrando ainda que muitos profissionais de apoio a educação não estão recebendo a progressão funcional e ainda tiraram férias e nunca receberam o valor referente a esse direito.

     Contudo fica claro que não há motivos para que a administração do município não pague aos trabalhadores aquilo que é seu por direito. 



                      

sábado, 2 de setembro de 2017

PREFEITO ANDRÉ DOURADO DESCUMPRE DECISÃO JUDICIAL

    A Prefeitura de Carutapera efetuou o pagamento dos professores referente ao mês de agosto, nesta sexta-feira, 01 de setembro. Mas, apesar da decisão judicial que não autoriza o desconto das faltas no período da greve, muitos professores tiveram seus salários reduzidos por determinação do chefe do Poder Executivo.

    A fórmula encontrada pelo prefeito para enfraquecer o movimento não funcionou. Pois, isso revoltou ainda mais os professores que prometem se manifestar contra a onda de humilhações e perseguições aos profissionais da educação que tomou conta de Carutapera-MA, neste ano de 2017, com a administração do prefeito André Dourado.

    O descumprimento da decisão judicial demonstra que é um desrespeito ao poder judiciário por parte de alguém que administra e deveria ser o primeiro a dar exemplo no âmbito das relações entre as instituições e os poderes constituídos.

     Segundo se apurou, a Diretoria do Sindicato que representa os professores SINTEP/CARU, deverá averiguar a medida cabível para que essa situação dos descontos dos professores seja revertida.

    Na cidade, é quase unanimidade a opinião de que professores de Carutapera passam pelos piores momentos da sua carreira profissional, com forte descontentamento e indignação diante da postura da atual administração municipal.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

DANOS MORAIS | Estado é condenado a indenizar policial incapacitado em razão de acidente

O policial foi indenizado em razão de acidente 
decorrente de atividade no ambiente 
de trabalho (Foto: Ribamar Pinheiro)
A 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça (TJMA) condenou o Estado do Maranhão a pagar indenização, por danos morais, de R$ 40 mil, a um policial incapacitado definitivamente para o serviço ativo na Polícia Militar, em razão de acidente decorrente de atividade no ambiente de trabalho.
O autor da ação alegou que, em 12 de abril de 2006, ao comparecer ao seu trabalho, cumprindo escala de serviço, e iniciar a capina do pátio do quartel do 2º Esquadrão de Polícia Montada, na cidade de João Lisboa, sofreu um acidente ao manusear uma roçadeira com lâmina, o que ocasionou perfuração na parte interna de uma das coxas, causada por objeto cortante.
O policial disse que utilizava apenas o uniforme da corporação, sem uso de equipamento de proteção individual (EPI), e que o acidente teve sequelas irreversíveis, conforme laudos médicos anexados à ação, que atestam, entre outras, diminuição funcional do membro afetado e força muscular reduzida, tendo sido reconhecido como inapto para o exercício de suas atividades ocupacionais em caráter definitivo.
Ele disse que, mesmo reconhecida a sua incapacidade laborativa, foi compelido pela corporação a retornar às suas atividades normais, tendo sido negado o seu pedido de aposentadoria.
O Estado sustentou que a reforma para a inatividade será aplicada ao militar que for julgado incapaz em definitivo para o serviço, desde que apurada tal condição pela Junta Superior de Saúde da Polícia Militar.
A Justiça de primeira instância julgou parcialmente procedentes os pedidos do autor, condenando o Estado a proceder à reforma do policial.
O relator da matéria reexaminada pelo TJMA, desembargador Ricardo Duailibe, frisou que existe, nos autos, documento expedido pela Junta Militar de Saúde da PMMA, datado de janeiro de 2013, em que se constatou o diagnóstico de lesão do nervo ciático (paralisia irreversível e incapacitante), considerando o policial incapaz definitivamente para o serviço ativo.
Duailibe entendeu que ficou evidenciado que o policial foi considerado inapto para exercer suas funções ocupacionais, concordando com a decisão de 1º Grau que determinou a reforma para a inatividade.
Entretanto, o relator observou que a sentença deixou de condenar o Estado a pagar danos morais, materiais e estéticos. Duailibe considerou que, ao contrário do que concluiu o Juízo de primeira instância, revela-se cabível a responsabilidade civil a incidir sobre o Estado, uma vez que a incapacidade definitiva e a inaptidão ocorreram em consequência do exercício da atividade de capinar, sem que o policial possuísse treinamento e sem uso de EPI.
O relator entendeu como evidente a negligência do Estado no seu dever de fiscalizar o local de trabalho e as atividades exercidas por seus servidores, bem como pelo não fornecimento de equipamentos de segurança.
Quanto ao dano moral, disse que o direito à sua indenização dever ser assegurado nos casos de violação à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem por ação de terceiro, nos termos do artigo 5º, X, da Constituição Federal.
Dentro dos princípios da proporcionalidade e razoabilidade, o desembargador considerou o valor de R$ 40 mil adequado. Quanto aos pedidos a título de dano estético e material, considerou que os elementos constantes nos autos não se revelam suficientes para a sua configuração.
Os desembargadores José, de Ribamar Castro e Raimundo Barros concordaram com o entendimento do relator. (Protocolo nº 46274/2016 - Imperatriz)

(Assessoria de Comunicação do TJMA)

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