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sábado, 9 de setembro de 2017

CADÊ O DINHEIRO QUE TAVA AQUI?

    Já passou da hora de começar tratar professores e demais servidores com respeito e valorização.
     Os professores de Zé Doca em 2017 pela primeira vez na história ainda não sentiram o gosto de ter seus salários reajustados. Segundo o Sindicato dos Servidores Municipais (SINDSEP/ZD) os 7,64% definido pelo governo ainda é pauta das  reivindicações da classe.

Tabela dos repasses do FUNDEB
    Mesmo com a grande redução na folha de pagamento em relação a 2016 a administração do município sob gestão de Josinha Cunha – PR alega que os recursos do FUNDEB não são suficientementes para dar o reajuste como manda a lei.

    De acordo com o site do banco brasil até a presente data os recursos para a educação em 2016 somavam R $ 22.112.405,42 e neste ano até agora R $ 21.344.942,45.

     Se for levado em consideração o fato que o dinheiro da repatriação feita pelo governo federal repassado aos municípios no final de 2016  ficando em caixa para este ano no valor de aproximadamente 1,350 milhões até superam os repasses do ano passado dentro do mesmo período ( até 09 de Setembro) chegando a R $ 22.644.942,45.

    Diante de tudo isso e considerando o fato de que a folha de pagamento teve uma grande redução no seu valor tendo em vista que muitos trabalhadores foram aposentados, outros pediram licença sem vencimentos para não se submeter as perseguições e opressão imposta pela Prefeita Municipal.

    Soma-se a isso o fato de que os professores contratados trabalham dois turnos e recebem apenas um salário mínimo sendo que nas administrações anteriores estes recebiam o piso salarial do magistério de R $1.703 em 2016.

    Desde o início da nova gestão muitos trabalhadores reclamam mensalmente de descontos absurdos e até retenção de salários.

    Lembrando ainda que muitos profissionais de apoio a educação não estão recebendo a progressão funcional e ainda tiraram férias e nunca receberam o valor referente a esse direito.

     Contudo fica claro que não há motivos para que a administração do município não pague aos trabalhadores aquilo que é seu por direito. 



                      

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